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Face às últimas notícias sobre a utilização da IA nas escolas, SPLIU reafirma a sua posição

Na sequência das últimas notícias vindas a público, não só nas escolas do ensino básico e secundário, mas também no ensino superior, sobre o acesso a meios digitais e à utilização da Inteligência em meio escolar, o SPLIU reafirma as suas posições sobre o assunto já veiculadas em 17 de novembro de 2025.

Defendeu este Sindicato Independente de Referência, antes que o Senhor Ministro da Educação desse sinais nesse sentido, a proibição da utilização de smartphones em meio escolar pelos alunos do ensino básico (até ao 9º ano de escolaridade), com forte condicionamento à sua utilização por parte dos alunos do ensino secundário, devendo a sua utilização ser proibida nas salas de aula, a não ser que devidamente planeada e autorizada pelos respetivos professores, devendo sempre estar salvaguardo  o princípio de igualdade entre todos os alunos no acesso a tal tecnologia.

E, se o SPLIU defendeu, de forma categórica, a proibição do acesso fácil aos smartphones nas salas de aula, por parte dos alunos do ensino secundário, tal deveu-se, sobretudo, à sua utilização subversiva com acesso à IA em situações de avaliação formativa e sumativa.

Sobre toda e qualquer interação com os alunos através da IA, considera esta associação sindical independente que não estão criadas as condições necessárias para que tal se verifique nas escolas.

O problema da falta de professores não pode ser sequer contornado, nem sequer atenuado, com o eventual acesso à IA, seja em que dimensão for. O professor e a relação pedagógica de proximidade, empatia e afetividade com os seus alunos, em todos os contextos educativos, é insubstituível.

Lisboa, 21 de janeiro de 2026

A Direção Nacional do SPLIU

21/01/2026